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Carro de cantora gospel vandalizado perto do estádio do

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A artista gospel Isadora Pompeo relata que seu carro foi amplamente arranhado por um 'flanelinha' perto da Vila Belmiro depois que ela se recusou a comprar

A cantora gospel Isadora Pompeo denunciou publicamente um ato de vandalismo contra seu veículo, que atribui a uma disputa com um flanelinha não oficial, conhecido localmente como 'flanelinha', perto do estádio do Santos FC. A artista compartilhou o incidente com seus milhões de seguidores, detalhando como seu carro foi encontrado extensamente arranhado após assistir a uma partida na Vila Belmiro.

De acordo com o relato de Pompeo, o problema começou quando ela viajou de Campinas para Santos com sua mãe e uma amiga para assistir a um jogo do Santos FC no final de abril. Ao chegar perto do estádio Urbano Caldeira, encontraram as ruas congestionadas e estacionamento escasso. Depois de inicialmente recusar uma oferta de um flanelinha, eles acabaram aceitando uma vaga de estacionamento que ele forneceu, negociando uma taxa pelo serviço.

A situação escalou depois que o trio estacionou. O flanelinha supostamente os seguiu, insistindo para que comprassem seus ingressos para o jogo através dele usando seu telefone pessoal. Pompeo e seus acompanhantes recusaram, afirmando que preferiam comprar ingressos de uma fonte oficial por razões de segurança. A cantora foi então reconhecida por outros e acompanhada para comprar ingressos legitimamente, enquanto o flanelinha saiu da área visivelmente irritado.

Após assistir ao jogo, Pompeo voltou ao seu carro e descobriu que ele havia sido severamente vandalizado. Arranhões profundos agora cobriam todo o veículo. Ela expressou um profundo sentimento de violação, afirmando que havia pagado pela vaga de estacionamento de boa fé, esperando que sua propriedade fosse cuidada. O dano foi tão extenso que exigiu reparo profissional.

A cantora tentou reunir evidências, mas um proprietário de um negócio próximo supostamente se recusou a liberar as imagens das câmeras de segurança. A polícia local ofereceu assistência, mas sem provas visuais, identificar o perpetrador se mostrou difícil. A queixa pública de Pompeo trouxe atenção ao problema recorrente dos flanelinhas operando na área, particularmente em dias de jogos.

Em resposta a consultas, a administração da cidade de Santos observou que não existe uma lei municipal específica proibindo as atividades dos flanelinhas. No entanto, eles aconselharam que as vítimas de ameaças ou extorsão entrem em contato com a polícia, que é apoiada pela Guarda Civil Municipal (GCM). A GCM afirmou que aumenta as patrulhas ao redor da Vila Belmiro durante eventos para coibir tais atividades e garantir o acesso público.

O Santos FC não forneceu comentários sobre o incidente específico envolvendo a cantora. O caso ressalta as tensões que podem surgir dos serviços de assistência de estacionamento não regulamentados que florescem em torno de locais esportivos movimentados, deixando torcedores e visitantes vulneráveis a disputas e danos à propriedade.

Com base em reportagens do g1.