Xxgwise
PremiumEntrar
Notícias

Casos de gripe em Teresina sobem 42% em 2026: mais de 7.000

CapitalAltaPiauíMilsami OrheiAC MilanComoPerth GlóriaMillonariosBrasilAnderlecht

Teresina relata mais de 7.000 casos de síndrome gripal de janeiro a abril de 2026, um aumento de 42% em relação ao mesmo período do ano passado, com 345 casos

A cidade de Teresina está enfrentando um aumento significativo de doenças respiratórias, com as autoridades de saúde reportando um forte aumento das síndromes gripais durante os primeiros quatro meses de 2026.

De acordo com dados da Diretoria de Vigilância em Saúde da Fundação Municipal de Saúde, a capital do Piauí registrou 7.001 casos de síndromes gripais entre janeiro e abril. Este número representa um salto substancial de 42% em comparação aos 4.931 casos documentados no mesmo período de 2025.

A tendência preocupante também se estende a condições mais graves. Até a primeira semana de maio de 2026, Teresina havia notificado 345 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). Embora isso marque um aumento em relação aos 328 casos registrados no período correspondente de 2025, o incremento de aproximadamente 5,2% é menos dramático do que o aumento geral das síndromes gripais.

As autoridades de saúde atribuem o pico a padrões sazonais previsíveis. Johansen Pitta, chefe da Unidade de Doenças Imunopreveníveis da Fundação Municipal de Saúde, explicou que o aumento está alinhado com a circulação sazonal natural dos vírus respiratórios.

"Esses dados demonstram um aumento importante na circulação de vírus respiratórios, acompanhando o período sazonal dessas doenças, que ocorre principalmente nos primeiros meses do ano, coincidindo com o período de chuvas na região Nordeste", afirmou Pitta.

O período de chuvas no Nordeste do Brasil normalmente cria condições que facilitam a propagação de patógenos respiratórios. Temperaturas mais amenas e o aumento da aglomeração em ambientes fechados durante o tempo úmido são fatores comuns que contribuem para esses surtos sazonais.

As autoridades de saúde locais continuam monitorando a situação de perto, enfatizando a importância da vacinação e de campanhas de conscientização pública para mitigar o impacto dos vírus respiratórios na comunidade.

Com base em reportagens do g1.