A equipe feminina de críquete da Inglaterra iniciou sua série ODI contra a Nova Zelândia de forma contundente, garantindo uma vitória convincente no Riverside Ground em Chester-le-Street no domingo. As anfitriãs, lideradas pela capitã Heather Knight, fizeram uma exibição clínica diante de uma apaixonada multidão de Durham, assumindo uma vantagem inicial de 1-0 na série de três partidas.
A partida, originalmente agendada como day-nighter, mas alterada devido a preocupações climáticas, viu a Inglaterra vencer o sorteio e optar por bater primeiro. As abridoras Tammy Beaumont e Sophia Dunkley estabeleceram uma base sólida com uma parceria de 67 corridas, antes que um colapso na ordem média ameaçasse descarrilar a entrada. No entanto, a versátil Nat Sciver-Brunt deu um passo à frente com um sereno 78 de 92 bolas, ancorando a entrada e guiando a Inglaterra a um total competitivo de 256 por 8 em seus 50 overs.
O ataque de bolas da Nova Zelândia, sem a lançadora principal Amelia Kerr lesionada, lutou para conter a taxa de pontuação nos overs intermediários. Sophie Devine, a capitã das White Ferns, liderou pelo exemplo com figuras de 2 por 39, mas a ordem inferior da Inglaterra contribuiu com corridas valiosas para ultrapassar a marca de 250. "Sabíamos que 250 era uma pontuação par neste campo, e os lançadores confiaram em si mesmos para defendê-lo", disse Knight após a partida.
Em resposta, a Nova Zelândia começou agressivamente, com Suzie Bates e Devine adicionando 45 para o primeiro wicket. Mas a dupla de ritmo da Inglaterra, Kate Cross e Lauren Bell, contra-atacou, removendo ambas as abridoras no espaço de quatro overs. A ordem média das White Ferns, incluindo a experiente Amy Satterthwaite e Maddy Green, tentou reconstruir, mas os lançadores de efeito da Inglaterra, liderados por Sophie Ecclestone, aplicaram pressão implacável.
Ecclestone, a lançadora mais bem classificada do mundo em ODI, terminou com 3 por 29 em seus 10 overs, destruindo a escalação de batedores da Nova Zelândia. Sua sequência de três wickets em 11 bolas efetivamente encerrou o confronto, já que a Nova Zelândia foi eliminada por 198 em 45.3 overs. "Sophie foi excepcional como sempre. Ela consegue wickets em momentos cruciais, e seu controle é fenomenal", elogiou Knight.
A vitória dá à Inglaterra uma vantagem inicial crucial na série, com o segundo ODI agendado para quarta-feira no mesmo local. Para a Nova Zelândia, a derrota destaca fraquezas em sua batida contra giro de qualidade em campos lentos. O treinador principal Ben Sawyer admitiu: "Não nos adaptamos bem o suficiente às condições. A Inglaterra lançou firme, e perdemos muitos wickets em grupos".
De uma perspectiva histórica, a Inglaterra tem dominado a Nova Zelândia em casa, vencendo 12 dos últimos 15 ODIs entre as equipes na Inglaterra. Esta vitória também impulsiona a posição da Inglaterra no Campeonato Feminino da ICC, onde estão lutando por um final entre os dois primeiros para garantir a classificação automática para a Copa do Mundo de 2029. "Cada ponto é vital neste campeonato, e começar a série com uma vitória é enorme para nossa campanha", enfatizou Knight.
Os momentos-chave incluíram a batida âncora de Sciver-Brunt, o wicket fundamental de Devine pega atrás por Cross, e o devastador feitiço de efeito de Ecclestone. O fielding também impressionou, com Danni Wyatt fazendo uma espetacular pegada mergulhando no limite profundo de midwicket para eliminar Bates. A multidão de Riverside, que incluía vários grupos escolares em uma tarde ensolarada, criou uma atmosfera vibrante que impulsionou as anfitriãs.
Olhando para o futuro, a Inglaterra buscará fechar a série no segundo ODI, enquanto a Nova Zelândia buscará empatar a série e manter o confronto vivo. O terceiro ODI está agendado para Bristol, oferecendo uma mudança de cenário. Mas baseado nesta atuação, a Inglaterra enviou uma mensagem clara: são uma força a ser considerada em casa.
Baseado em relatórios da Sky Sports.