O time feminino do Manchester City foi coroado campeão da Inglaterra, conquistando o título da Women's Super League pela segunda vez na história do clube. Esta vitória marca um momento significativo, pois ocorre uma década inteira após seu primeiro campeonato em 2016 e encerra de forma decisiva um prolongado período de domínio do Chelsea.
O título foi confirmado matematicamente após o empate por 1 a 1 entre Arsenal e Brighton na quarta-feira. Esse resultado significou que o Arsenal, apesar de ter dois jogos a menos, não poderia mais acumular pontos suficientes para ultrapassar o Manchester City no topo da tabela. O City terminou a temporada com impressionantes 52 pontos, com uma partida final ainda por jogar.
O elenco do Manchester City, com jogadoras-chave como a capitã Alex Greenwood, a atacante dinâmica Lauren Hemp e a prolífica atacante Khadija Shaw, demonstrou notável consistência ao longo da campanha. Seu esforço coletivo foi forte demais para o resto da liga, encerrando um período de seis anos em que o troféu do campeonato residia exclusivamente em Londres.
O reinado do Chelsea foi formidável, tendo vencido os últimos seis títulos consecutivos da WSL. Esta era de sucesso foi supervisionada por duas treinadoras de alto prestígio: a inglesa Emma Hayes, que liderou o time de 2020 a 2024, e sua sucessora francesa, Sonia Bompastor, que assumiu para a temporada de 2025. Apesar de seu pedigree recente, o Chelsea terminou a temporada em segundo lugar, com 46 pontos.
O período entre os dois títulos do Manchester City foi caracterizado por um duopólio no topo do futebol feminino inglês. Após o campeonato inaugural do City em 2016, o título da liga foi conquistado exclusivamente pelo Arsenal ou pelo Chelsea até o avanço desta temporada. Portanto, a vitória do City representa uma mudança significativa no cenário competitivo da Women's Super League.
Este triunfo é uma conquista histórica para o Manchester City, restabelecendo-o como uma força importante no futebol feminino após uma espera de dez anos. A capacidade do time de quebrar o domínio do Chelsea na liga destaca a crescente profundidade e competitividade da WSL, prometendo um futuro empolgante para o esporte na Inglaterra.
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