Xxgwise
PremiumEntrar
Notícias

McKennie: 'Borboletas, não medo' pela pressão da Copa do

Série AEstados UnidosJuventusCatarAnderlechtStandard de LiègeCongo DRHaitiFSV Mainz 05

Weston McKennie, da Juventus, compartilha empolgação pela Copa do Mundo de 2026 nos EUA, discutindo seu papel, ambições da equipe e por que prospera sob

Weston McKennie, meio-campista da Juventus e internacional dos Estados Unidos, falou sobre a próxima Copa do Mundo de 2026 em casa em uma entrevista exclusiva com os canais da FIFA. Com o torneio a menos de um ano, McKennie falou abertamente sobre as emoções, expectativas e motivação pessoal que definem sua abordagem ao maior palco do futebol.

Para McKennie, a Copa do Mundo representa mais do que uma competição — é um retorno ao lar. "Quando penso nesta Copa, a primeira palavra que vem à mente é 'lar'", disse ele. "Jogar diante de familiares e amigos, pessoas que normalmente não podem me ver jogar ao vivo, é um sonho". O meio-campista enfatizou que o apoio dos torcedores americanos pode ser um fator decisivo, criando um ambiente intimidador para os adversários.

Em campo, McKennie vê seu papel principal como fornecedor de energia. "Meu trabalho é fazer o que faço de melhor: trazer energia, um pouco de alegria e garantir que todos entendam a tarefa: vencer partidas", explicou. "Quero ser um ponto de referência em campo, adicionando aquela pequena centelha". Seus comentários refletem um jogador que entende a importância da liderança pelo exemplo, especialmente em um elenco jovem e ambicioso.

Quando perguntado sobre a pressão de sediar uma Copa do Mundo, McKennie descartou a noção completamente. "Não vejo como pressão. Vejo como empolgação", disse. "Ao longo da minha carreira, estive em situações de alta pressão — de costas contra a parede, azarão. Isso é apenas parte do jogo". Ele acrescentou: "Antes de grandes jogos, sinto borboletas. Esse nervosismo me diz que me importo. Não tenho medo; estou pronto".

O meio-campista também creditou o técnico Mauricio Pochettino por incutir um espírito competitivo. "Ele trouxe uma onda de energia. Ninguém se sente seguro; você tem que ganhar seu lugar todos os dias", observou McKennie. "Jogar por grandes clubes não garante nada. Isso é saudável para o grupo".

Refletindo sobre a Copa do Mundo de 2022 no Catar, McKennie reconheceu que a equipe teve desempenho abaixo. "Sabemos que poderíamos ter feito mais. Somos nossos críticos mais severos", admitiu. "Desde então, tivemos decepções, mas também sucessos, como vencer a Liga das Nações. Estamos famintos para provar nosso valor".

McKennie também tocou no crescimento geral do futebol nos Estados Unidos. "Em comparação com o futebol americano, beisebol, basquete, o futebol tem sido secundário. Mas com esta Copa do Mundo, temos a chance de mudar percepções", disse ele. "Estamos pegando o bastão daqueles que vieram antes de nós e impulsionando o esporte para frente".

Em momentos de dificuldade, McKennie confia em uma filosofia simples. "Minha confiança está no meu desejo de vencer e na minha ética de trabalho. Manter a cabeça baixa e trabalhar duro me fez superar todos os obstáculos", afirmou. "Quando saio do túnel para uma partida de Copa do Mundo, tenho um flashback da jornada — minha família, meus apoiadores. Então digo: 'Vamos fazer isso'."

Enquanto a contagem regressiva para a Copa do Mundo de 2026 continua, a mensagem de McKennie é clara: a seleção dos EUA está pronta para surpreender. Com uma mistura de exuberância juvenil e experiência duramente conquistada, eles visam não apenas participar, mas deixar uma marca duradoura no torneio e no futebol americano.

Baseado em reportagens de Tuttosport.com - Calcio.