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Plano B da Juve para 2026: Kolo Muani, Alisson, Brahim Diaz

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A Juventus tem como alvo Randal Kolo Muani (€30M) e Alisson, apesar da provável Liga Europa. Brahim Diaz surge como alternativa a Bernardo Silva.

A Juventus se prepara para um verão de transformação, mesmo com a perspectiva de jogar a Liga Europa se aproximando. O fracasso em garantir um lugar entre os quatro primeiros não diminuiu a ambição do clube; pelo contrário, forçou um reajuste de uma estratégia de contratações já ousada. Os Bianconeri ainda pretendem reformular áreas-chave—goleiro, ataque, meio-campo e ponta esquerda—mas agora podem precisar financiar esses movimentos com pelo menos uma saída significativa. Nos bastidores, o diretor esportivo Comolli reativou um dossiê de alvos alternativos, garantindo que a revolução em Turim não pare.

Entre as traves, uma investida em Alisson Becker do Liverpool está enfaticamente viva. O goleiro brasileiro teria concordado com termos pessoais para um contrato de três anos, sinalizando sua disposição em trocar Anfield pelo Allianz Stadium. O obstáculo continua sendo a taxa de transferência, que precisa ser acertada com o Liverpool. No entanto, o acordo é visto como viável, independentemente do status continental da Juventus, e representaria uma declaração de intenções em uma posição que tem sido motivo de preocupação.

No meio-campo, o sonho de contratar Bernardo Silva está se desvanecendo. O meia português, antes um alvo prioritário, entende-se que está relutante em se juntar a um clube que não disputa a Champions League. Com essa porta se fechando, a atenção se voltou para Brahim Diaz do Real Madrid. O futuro do jogador de 26 anos no Bernabéu depende fortemente da avaliação do novo técnico José Mourinho. Se for considerado excedente, abre-se um caminho para a Juventus negociar um acordo, potencialmente aproveitando o diálogo existente entre os dois clubes sobre outros jogadores.

A prioridade absoluta, no entanto, continua sendo Randal Kolo Muani. O atacante francês, atualmente avaliado em cerca de €30 milhões, está ansioso para retornar à Juventus após uma passagem anterior e deixou claro que seu desejo não depende da participação na Champions League. Quer Dusan Vlahovic fique ou saia, Kolo Muani é visto como a pedra angular do novo plano ofensivo. Garantir sua assinatura seria um golpe que ressalta o poder de atração do clube mesmo sem competição europeia de elite.

Enquanto nomes estrangeiros de peso dominam as manchetes, a Juventus também examina a Serie A em busca de reforços domésticos. Na ponta, Bernasconi surgiu como uma opção concreta para injetar qualidade na esquerda. Para o meio-campo, Lorenzo Pellegrini, da Roma, é uma admiração de longa data, oferecendo experiência e criatividade. No ataque, um retorno de Daniel Maldini está sendo avaliado, enquanto a possibilidade de contratar Leonardo Spinazzola como agente livre adiciona uma camada econômica ao planejamento. Esses nomes refletem uma vertente pragmática no mercado, combinando ambição com prudência financeira.

As implicações de jogar a Liga Europa vão além do prestígio. A exigente agenda de quinta a domingo requer um elenco mais profundo e resiliente. Portanto, a Juventus não está apenas procurando um time titular, mas construindo um conjunto paralelo de contribuidores confiáveis. Essa abordagem, reminiscente do ethos Moneyball de Comolli, sugere que perfis subvalorizados ou estrategicamente identificados podem ser alvos para completar o elenco. O objetivo é competir de forma robusta em múltiplas frentes sem se estender financeiramente.

Para equilibrar os gastos, uma venda de peso pode ser inevitável. Embora nenhum nome específico tenha vazado, a necessidade de uma "cessione importante" paira sobre a operação. O clube buscará reter ativos principais enquanto se desfaz de jogadores que possam gerar os fundos necessários. É um equilíbrio delicado que testará a perspicácia de Comolli nas próximas semanas.

Em suma, um verão intenso aguarda na Continassa. Do goleiro de peso Alisson ao criador alternativo Diaz, e da fixação pelo atacante Kolo Muani à profundidade caseira de Pellegrini e cia., os planos são multicamadas e proativos. Perder a Champions League não silenciou o rugido de mercado da Juventus; apenas mudou o campo. O clube parece pronto para abraçar um capítulo desafiador com a mesma ambição agressiva que caracterizou seus anos mais grandiosos.

Com base em reportagens do Tuttosport.