O Manchester United de Michael Carrick voltou à realidade após um empate sem gols com o Sunderland no Stadium of Light. Apenas uma semana depois de uma vitória emocionante sobre o Liverpool que garantiu a classificação para a Champions League, o United teve dificuldades para encontrar seu ritmo, fazendo cinco mudanças em relação àquele jogo de alta intensidade.
O Sunderland dominou o primeiro tempo, criando inúmeras chances. Senne Lammens foi forçado a agir cedo, fazendo uma defesa crucial para negar Brian Brobbey aos 11 minutos. O atacante do Sunderland também chutou cruzado para fora enquanto os donos da casa aumentavam a pressão. Um pedido de pênalti por mão de Kobbie Mainoo e Amad Diallo foi ignorado.
O United sentiu falta do atacante lesionado Benjamin Sesko, e seu substituto Joshua Zirkzee não conseguiu causar impacto antes de ser substituído após 65 minutos. Mason Mount começou no meio-campo, mas também teve uma tarde tranquila. O único chute a gol dos visitantes veio nos acréscimos do segundo tempo, quando Matheus Cunha chutou direto para o goleiro do Sunderland, Robin Roefs, de 12 jardas.
O empate foi o 27º jogo sem gols na Premier League nesta temporada, igualando o total das duas campanhas anteriores combinadas. O Sunderland tentou 15 chutes, seu maior número em uma partida de liga nesta temporada. As quatro defesas de Lammens igualaram seu melhor desempenho em um jogo sem sofrer gols.
Apesar da atuação decepcionante, Carrick continua sendo o favorito para o cargo de treinador permanente. Ele transformou a sorte do United desde que assumiu em janeiro, mas este jogo destacou o trabalho necessário para restaurar o clube ao nível de elite. Um empate foi talvez um resultado justo, dada a melhora do United no segundo tempo, mas foi um contraste gritante com as atuações da era Ferguson.
Baseado em reportagens do Football | The Guardian.