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Empresária Suspeita de Agredir Empregada Doméstica Grávida

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Carolina Sthela Ferreira dos Anjos, acusada de atacar uma empregada doméstica grávida de 19 anos, foi transferida de Teresina, Piauí, para o Maranhão em

Em um desenvolvimento significativo em um caso perturbador de agressão, a empresária Carolina Sthela Ferreira dos Anjos foi transferida do estado do Piauí para o Maranhão. A transferência ocorreu na tarde de quinta-feira, com a suspeita sendo levada de helicóptero operado pela Secretaria de Segurança Pública do Maranhão. Ela foi algemada antes de embarcar na aeronave e escoltada por agentes de segurança durante todo o processo.

A suspeita estava sob vigilância da Polícia Civil do Piauí. As autoridades a localizaram em um posto de gasolina no bairro São Cristóvão, em Teresina, próximo à própria Secretaria de Segurança Pública do estado. Segundo policiais, ela estava abastecendo seu veículo com a aparente intenção de fugir do estado. Investigadores acreditavam que ela poderia estar se dirigindo ao litoral do Piauí ou até mesmo ao estado do Amazonas.

"O objetivo dela era fugir, provavelmente para outro estado. Logo após o incidente, ela veio para Teresina se abrigar com um tio que mora aqui. Provavelmente estavam planejando ir para outro estado hoje", declarou o Delegado Matheus Zanatta. A defesa da suspeita ofereceu uma perspectiva diferente, afirmando que ela estava no Piauí para deixar seu filho de seis anos com pessoas de confiança, já que não tinha família no Maranhão para cuidar da criança.

O caso decorre de alegações de que Carolina Sthela agrediu e torturou uma empregada doméstica de 19 anos que está grávida de cinco meses. A vítima descreveu um ataque brutal envolvendo puxões de cabelo, socos e ser jogada no chão. Ela afirmou que tentou proteger o abdômen durante a agressão. A violência supostamente continuou mesmo depois que uma joia, que a empregadora havia acusado a trabalhadora de roubar, foi encontrada em um cesto de roupas sujas.

A vítima também relatou ter sido ameaçada de morte se informasse a polícia sobre o incidente. Ela ainda indicou que um homem não identificado, descrito como alto, forte e de pele escura, participou do ataque. O judiciário do Maranhão emitiu um mandado de prisão preventiva contra a empresária na quinta-feira, após solicitação da Polícia Civil.

Os esforços para prendê-la começaram na quarta-feira, quando equipes policiais foram à sua casa para intimá-la a depor, mas ela não estava presente. Apenas uma funcionária chamada às pressas foi encontrada no local. Por meio de seus representantes legais, Carolina Sthela afirmou que está cooperando com a investigação e apresentará sua versão dos fatos no momento oportuno. Ela também expressou sua condenação a qualquer forma de violência, especialmente contra mulheres e pessoas vulneráveis, e pediu que não haja julgamento prematuro enquanto o caso está sendo examinado.

Com base em reportagens do g1.