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Carro de advogada é apreendido após arrastar oficial de

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Polícia em Caruaru apreendeu o veículo de uma advogada acusada de arrastar um oficial de justiça no capô do carro durante uma operação judicial. O carro foi

Em uma reviravolta dramática, as autoridades em Caruaru, Pernambuco, localizaram e apreenderam com sucesso o veículo pertencente à advogada Fernanda Ferreira de Souza. O carro foi o centro de um incidente violento onde ela supostamente arrastou um oficial de justiça em seu capô. A apreensão ocorreu na noite de quinta-feira, concluindo uma busca que começou após o chocante evento em 28 de abril.

De acordo com a Polícia Civil, o veículo foi descoberto na casa do namorado da suspeita. Estava escondido sob uma lona, apresentava múltiplos sinais de danos e estava sem uma das placas de licenciamento. A operação foi realizada por equipes da 89.ª Delegacia de Polícia de Caruaru, agindo com base em um mandado emitido pelo Tribunal do Júri da comarca local.

O carro agora passará por um exame forense minucioso pelo Instituto de Criminalística e permanecerá à disposição do Poder Judiciário. Esta apreensão é uma peça crítica de evidência na investigação em andamento contra Fernanda, que enfrenta acusações graves, incluindo tentativa de homicídio, desobediência e direção perigosa.

O incidente em si ocorreu em 28 de abril, quando um oficial de justiça e um fiel depositário chegaram ao bairro Salgado para executar um mandado de busca e apreensão do veículo. Após o oficial se identificar e apresentar a ordem judicial, a advogada supostamente disse que precisava fazer uma ligação e se afastou. Momentos depois, ela entrou no carro e tentou fugir do local.

Durante sua tentativa de fuga, o fiel depositário, Rodolfo Morais de Gusmão, foi atingido e forçado a se agarrar ao capô do carro enquanto ele se movia. O oficial de justiça, Marcones Alves Feliciano, também ficou ferido na confrontação. As vítimas sofreram lesões físicas leves e trauma psicológico significativo, de acordo com o delegado de polícia responsável pelo caso.

Após o incidente, a polícia lançou uma caçada à advogada, que não foi encontrada imediatamente. Ela permaneceu em silêncio durante sua prisão e não revelou a localização do veículo escondido. O carro em si já estava sujeito a outro mandado de busca e apreensão da 2.ª Vara Cível de Caruaru, que não havia sido executado anteriormente devido à resistência violenta da proprietária.

Em um desenvolvimento legal separado na mesma quinta-feira, a Justiça de Pernambuco concedeu à advogada prisão domiciliar. Isso ocorreu depois que sua detenção temporária foi convertida em prisão preventiva no início da semana, com ordens para que fosse enviada ao Presídio de Buíque. Sob a decisão anterior, ela deveria ser mantida em uma sala 'Estado Maior', uma provisão legal para advogados detidos.

Com base em reportagem do g1.