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Por que a vitória do Wigan por 40-10 na Challenge Cup é

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Wigan arrasou o Hull KR por 40-10 para vencer a Challenge Cup, com o doblete de Jack Farrimond ganhando o Troféu Lance Todd. Bevan French voltou para marcar.

Wigan Warriors apresentou uma atuação dominante para derrotar o Hull KR por 40-10 em Wembley, conquistando seu 22º triunfo na Challenge Cup e o primeiro troféu desde 2024. O resultado foi uma repetição da final de 2024 e sublinhou o status do time de Matt Peet como a força dominante na competição. O jovem médio halfback Jack Farrimond foi o destaque, reivindicando o Troféu Lance Todd com um brilhante doblete no primeiro tempo que marcou o tom para um segundo tempo unilateral.

Esses dois times se enfrentaram agora em finais consecutivas da Challenge Cup, e em ambas as ocasiões o Wigan saiu vitorioso. Em 2024, foi uma disputa mais acirrada, mas aqui os Warriors superaram seus oponentes. A vitória foi o oitavo troféu do Wigan sob o comando do técnico Matt Peet, consolidando ainda mais seu legado. Enquanto isso, o Hull KR deixou Wembley de mãos vazias pelo segundo ano consecutivo, deixando o técnico Willie Peters a lamentar uma atuação desconexa.

O momento crítico da partida chegou dentro do terceiro minuto, quando o atacante dos Robins, Dean Hadley, sofreu uma concussão e foi descartado. Sua presença física foi muito sentida enquanto o Hull KR lutava para conter o poderoso meio-campo do Wigan. Quase imediatamente, o Wigan explorou a interrupção: Farrimond girou além de Peta Hiku para marcar o primeiro try após uma jogada de scrum originada de um knock-on de Jack Broadbent. A ausência de Hadley deixou um vazio que o Wigan explorou impiedosamente durante toda a tarde.

Apesar dos esforços do Hull KR para permanecer na disputa, a compostura e criatividade do Wigan os mantiveram no controle. Farrimond dobrou a vantagem aos 35 minutos, cortando a linha defensiva e contornando Broadbent para uma finalização de livro-texto. Bem no final do primeiro tempo, Hiku deu aos Robins uma sobrevida ao perseguir um chute especulativo e vencer Noah Hodkinson na disputa pela bola antes de finalizar apesar do tackle de Jai Field. A conversão perdida de Rhyse Martin significou que a desvantagem era de 10-4, mas parecia uma mudança de impulso. No entanto, mostrou-se passageira.

O Wigan saiu do intervalo com intensidade renovada e liquidou a partida com uma enxurrada de tries. Junior Nsemba saltou mais alto para pegar um chute apenas quatro minutos após o reinício, e então Adam Keighran cruzou duas vezes em três minutos - primeiro de um astuto chip de Harry Smith, depois de um passe em loop de Brad O'Neill. A precisão de Keighran nas cobranças levou o placar para 28-4 com 25 minutos restantes, efetivamente encerrando a disputa. O Hull KR não teve resposta para o implacável avanço e movimentação de bola do Wigan.

Talvez a história mais edificante para o Wigan foi a introdução de Bevan French vindo do banco. Fora por 12 semanas com uma lesão no tendão da coxa, o fullback estrela substituiu Farrimond e precisou de apenas cinco minutos para marcar seu retorno com um try. Ele apoiou uma ruptura de Hodkinson e avançou pela defesa para marcar, uma visão que deliciará os torcedores do Wigan e apresentará a Matt Peet um dilema de seleção. Equilibrar o talento emergente de Farrimond com a brilhantismo comprovado de French será uma dor de cabeça bem-vinda.

O Hull KR conseguiu um segundo try de Hiku quando faltavam dez minutos, mas o Wigan respondeu imediatamente quando Zach Eckersley dançou pela defesa para preparar Luke Thompson. A partida terminou com uma nota amarga quando Sam Walters foi expulso por um tackle perigoso em Bill Leyland, com o hooker caindo de cabeça. O cartão vermelho foi o primeiro em uma final da Challenge Cup desde 1993, uma nota histórica indesejada para Walters. O Wigan segurou os últimos dois minutos com 12 homens, mas o jogo já estava ganho.

Após a partida, um abatido Peters não ofereceu desculpas. "Wigan foi excepcional, nós não fomos hoje. Eles queriam mais e mereceram a vitória", disse. "Achei que estávamos um pouco apáticos durante todo o primeiro tempo. Achei que eles tinham mais energia do que nós. Wigan foi muito bom hoje. Precisamos olhar internamente - eu preciso olhar para mim mesmo também. Se olharmos internamente, podemos consertar as coisas." A honestidade sublinhou a diferença de desempenho no dia.

Para o Wigan, esta vitória reafirma sua primazia na Challenge Cup, movendo-os ainda mais na tabela de todos os tempos. Também destaca a profundidade de talento à disposição de Peet, com o surgimento de Farrimond pressionando French e outros. O Hull KR precisa se reagrupar após uma segunda decepção em Wembley; sua incapacidade de lidar com a ausência de Hadley expôs uma falta de resiliência. Com a temporada da Super League ainda em andamento, ambos os clubes mudarão rapidamente o foco, mas a memória desta final perdurará.

Em uma preliminar adequada, o Wigan Warriors Women arrasou o St Helens por 54-6, garantindo que o clube se tornasse o primeiro a ver tanto as equipes masculinas quanto femininas vencerem finais da Challenge Cup no mesmo dia em Wembley. Foi um dia de sucesso implacável para os Cherry and Whites, simbolizando um clube no auge de seu poder.

Com base em reportagens da Sky Sports.